Function calling te prende a um fornecedor de LLM. MCP te dá um protocolo universal. A escolha parece igual até você manter cinco integrações.
LLMs escolhem ferramentas pelas descrições. Descrições ruins significam seleção errada. Quality scoring revela a lacuna entre demo e produção.
Servidores MCP são superfícies de ataque que LLMs atingem autonomamente. Todo princípio zero-trust se aplica, mas a maioria das equipes os trata como microsserviços internos.
Voce ja tem a logica de negocio. O dificil nao e o codigo — e escrever descricoes de ferramentas que LLMs consigam usar. Aqui esta o caminho mais curto.
Por que o Model Context Protocol é a maior mudança na comunicação entre softwares desde as APIs REST. E por que a maioria das pessoas ainda não percebeu.
Servidores MCP parecem funcionar até você verificar os dados. 40% de erros de seleção de ferramentas, falhas silenciosas, surpresas de custo. Monitoramento muda tudo.
Todos correm para dar aos agentes IA acesso aos seus sistemas. Quase ninguém pergunta o que acontece quando esses agentes são manipulados.
Grande infraestrutura desaparece. As melhores ferramentas MCP não deveriam exigir que você pense em ferramentas MCP.
A maioria dos servidores MCP são construídos como APIs REST com passos extras. Esse é o modelo mental errado.
Não há padrão para qualidade de servidores MCP. Nem benchmark. Nem pontuação. É um problema massivo escondido à vista de todos.