LLMs escolhem ferramentas pelas descrições. Descrições ruins significam seleção errada. Quality scoring revela a lacuna entre demo e produção.
O Model Context Protocol está fazendo com a integração de APIs o que REST fez com SOAP. A maioria dos engenheiros ainda trata como brinquedo.
Um painel verde e um produto quebrado podem coexistir no mesmo servidor MCP. Aqui estão as cinco métricas que realmente medem se suas ferramentas funcionam.
A maioria dos servidores MCP são construídos como APIs REST com passos extras. Esse é o modelo mental errado.
Function calling te prende a um fornecedor de LLM. MCP te dá um protocolo universal. A escolha parece igual até você manter cinco integrações.
Todos correm para dar aos agentes IA acesso aos seus sistemas. Quase ninguém pergunta o que acontece quando esses agentes são manipulados.
Não há padrão para qualidade de servidores MCP. Nem benchmark. Nem pontuação. É um problema massivo escondido à vista de todos.
Servidores MCP são APIs que um agente chama sem revisão humana. A descrição da ferramenta é o contrato, e ninguém está verificando se o contrato é honesto.
Grande infraestrutura desaparece. As melhores ferramentas MCP não deveriam exigir que você pense em ferramentas MCP.
Voce ja tem a logica de negocio. O dificil nao e o codigo — e escrever descricoes de ferramentas que LLMs consigam usar. Aqui esta o caminho mais curto.